Qual é a relação: Neurociência e Performance?

Por Flavio Maneira
Categoria: Artigos | Postado em 19-08-2017


Me debrucei na neurociência a partir de um olhar do ponto de vista das doenças relacionadas ao cérebro (neurológicas e psiquiátricas) e seus respectivos tratamentos (medicamentosos) e em seguida quando ingressei na área de treinamento e educação (prefiro chamar de “capacitação estratégica”). Tenho estudado cérebro ao longo dos últimos 20 anos com um olhar peculiar em pessoas que performam acima da média.

Entender o funcionamento cerebral bem como: comportamentos, sentimentos, emocionalidade (e a emoção é o que temos de melhor e pior, depende do autoconhecimento sobre, bem como treinamento para lidar com isso), gerenciamento de carga cognitiva, etc, é sem dúvidas mais do que essencial nesse novo contexto de uma sociedade (e empresas, empreendedores) movida a conhecimento. Expandir e ampliar o que se sabe e como devemos usar os conhecimentos da neurociência passa a ser fundamental para atingir e manter alta performance.

Há algum tempo, quando inicio um treinamento/aula (capacitação estratégica) esse tema é o “grande telhado que segura os outros pilares de sustentação” (a neurociência está inserida em outras diversas ciências, não por competição, muito pelo contrário, ou seja, por cooperação). Hoje no Brasil, o avanço acontece, ainda que lentamente, pois existem poucas pessoas que atuam de forma séria e que detém tanto o conhecimento (autoridade) como a didática e “paixão” (Dra. Carla Tieppo é uma delas) para transmitir esse assunto tão fascinante e que todos, repito, todos deveriam estudar, afinal você é o seu cérebro. Pense nisso. Flávio Maneira.




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